Hospital de Retaguarda Fabiano de Cristo

"Meu pai faleceu em 08/05. Gostaria de agradecer a equipe pelo pronto atendimento prestado à minha família e pela delicadeza junto a meus pais. Pessoas como vocês são colocadas em nossas vidas para mostrar como podemos...

"Descobri em março deste ano, que era portadora de um tumor maligno no estômago, passei por uma cirurgia de retirada total do estômago em agosto e desde então estou tendo...

"O Hospital Espírita Fabiano de Cristo pra mim está sendo uma mãe e eu sou como um filho que segue a mãe com obediência. A gente encontra tudo de bom...

"O hospital é bom, sou bem tratada aqui e gosto muito daqui" (JCS, 48 anos, Caieiras / SP)

"O Hospital Espírita Fabiano de Cristo me ajuda em tudo que preciso como pediatria, fisioterapia, nutrição, psicologia, serviço social, medicação, alimentação, como se fosse minha família. Eu falo para todos o quanto sou...

"Os profissionais fazem do lugar um lugar maravilhoso. A gente se sente muito bem." (MCDP, 67 anos, Caieiras / SP)  

"O Hospital Espírita Fabiano de Cristo é uma extensão da nossa casa. Um ambiente harmonioso onde fazemos muita amizade, com carinho e respeito. Sinto como um complemento do tratamento, esse...

"Foi muito bom o Hospital Fabiano de Cristo ter dado os óculos, porque ela reclamava da falta de visão." (NMS, irmã da DS, moradora da Vila Rosina - Caieiras / SP)

 

 

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Hospital Espírita
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Fabiano de Cristo

FABIANO DE CRISTO

Em 08 de fevereiro de 1676, no vilarejo de Soengas às margens do rio Minho - PORTUGAL, nasce o pequeno João Barbosa, filho de Gervásio Barbosa.
O pequeno João foi criado junto ao campo, tendo como obrigação cuidar do rebanho de ovelhas de seu pai e provavelmente foi nesse ambiente que ele pôde trabalhar sua meiguice, paciência e humildade.
Mais tarde muda-se para a cidade do Porto para trabalhar como conferente de uma Cia que exportava produtos e especiarias para as colônias portuguesas, e a partir daí começa a ouvir histórias sobre o Brasil.
Nesta época, com a febre do ouro no Brasil, o jovem João Barbosa decide arriscar a vida na colônia com a esperança de em pouco tempo tornar-se rico.
Meses depois, João Barbosa e mais dois sócios desembarcam na cidade do Rio de Janeiro, e em seguida rumam para Paraty, que na época era o ponto de partida dos mineradores.
Após alguns anos e muitas viagens pelas matas, João Barbosa resolve se estabilizar em Paraty, organizando as contas do armazém, enquanto seus sócios prosseguiam nas viagens. Já nesta época João Barbosa havia adquirido respeitável fortuna, tornando-se um rico comerciante.
João Barbosa em momento algum se esquecia dos mais necessitados, sempre olhando a todos com ternura e caridade, buscando sempre ajudar aos mais necessitados.
Apesar da sua condição financeira, João Barbosa sempre se sentia insatisfeito com a condição dos seus semelhantes, não saía da sua cabeça alguns questionamentos sobre a verdadeira razão da vida.
João Barbosa sentia um vazio no peito, e uma voz sempre lhe dizendo que deveria fazer algo.
Certa vez, visitando a cidade do Rio de Janeiro, se aproximou do Convento de Sto Antonio, conheceu ali dois religiosos e num ato inexplicável disse que seu desejo era fazer parte da ordem, queria ser um Franciscano.
João Barbosa não hesita. Dá todos os seus bens e em 08 de novembro de 1704 ele se apresenta à portaria do Convento de São Bernardino de Sena, em Angra dos Reis, e no dia 11 de novembro de 1704 veste o hábito dos franciscanos, e após um ano de muito trabalho e dedicação João Barbosa é finalmente consagrado Frei, trocando seu nome para Fabiano de Cristo.
Em 1705 é transferido para o Convento de Santo Antônio no Rio de Janeiro, onde recebe o cargo de porteiro.
Por volta de 1708, Fabiano recebe o encargo de enfermeiro e mesmo sem nenhum conhecimento neste ramo, exemplificou o esforço pessoal e a caridade auxiliando a muitos.
Seu devotamento era tanto que durante anos optou por dormir na própria enfermaria para que estivesse sempre pronto em caso de qualquer necessidade.
Realizou este trabalho no Convento durante aproximadamente 30 (trinta) anos.
Mesmo com todo esse trabalho é preciso lembrar que Fabiano trazia em si chagas nas duas pernas, aparecendo-lhe mais tarde um quisto no joelho que foi aberto a ferros em 4(quatro) lugares, sendo que na época não havia medicação que combatesse a dor ou a inflamação e mesmo assim nunca se ouviu dele o mínimo de queixa ou atitude de revolta.
Prevendo o seu desencarne, Fabiano avisa seus companheiros com três dias de antecedência, ou seja, em 14/10/1747.
No dia 15/10/1747 Fabiano de Cristo trabalha acalentando a todos que se encontravam na enfermaria.
Em 16/10/1747, todos os irmãos do convento se dirigem a Fabiano para se despedirem, até que ele pede para ficar só e no dia previsto, 17/10/1747, ele desencarna mobilizando toda a cidade do Rio de Janeiro.


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