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A dimensão das dificuldades que envolvem o processo de interação fisioterapeuta-assistido exige uma avaliação crítica dos aspectos que constituem as competências de ambos os lados envolvidos nesse processo, o que define e influencia em muito nos resultados alcançados.

Especula-se que, parte das dificuldades encontradas no exercício profissional dos fisioterapeutas está relacionada ao menor aprofundamento científico sobre um dos seus principais objetos de trabalho – o processo de interação com o assistido para fins de diagnóstico, tratamento e prevenção de patologias.

A importância do profissional em perceber quais atitudes e posturas são apresentadas pelo assistido, bem como sua vontade e empenho em seguir as orientações, significa desenvolver a capacidade de integrar comportamentos para realizar tarefas e produzir resultados valorizados em determinado contexto e cultura. As competências são mais ou menos valorizadas conforme a natureza das expectativas entre os indivíduos. Assim, são valorizados o amor e a dedicação pela profissão que o profissional passa para seu assistido e mesmo o interesse em desenvolver diferentes condutas e procedimentos adequados para adquirir os resultados esperados por ambos os lados.

Sendo assim, o profissional deve analisar cada caso individualmente e desenvolver uma conduta específica de acordo com a necessidade e a particularidade de cada um, tanto nas dimensões físicas como emocionais para que haja sucesso em seu trabalho.

 

Dra. Thaisa Priscila Magnani
Fisioterapeuta do HEFC
CREFITO – 268.840-F

 

Foto: Reprodução | Este artigo foi publicado no jornal Regional News, ANO XXVIII – Nº 1.452 – 5 de abril de 2019 e se encontra disponível em https://rnews.com.br/wp-content/uploads/2019/04/RN-1452.pdf

2019-05-10T03:17:56+00:00
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